Cosmos
Cosmos bipinnatus
Anual alta de folha leve que floresce o verão com pouca exigência e se ressemeia sozinha.
- Luz
- Sol pleno
- Rega
- Rega moderada
- Até a colheita
- 70 a 90 dias
- Solo
- Mediano a pobre, drenado, pH de 6,0 a 7,0; terra gorda atrasa a flor.
- Ciclo
- Anual · 80 cm a 1,5 m
- Espaçamento
- 30 cm entre plantas
O cosmos parece renda: folha finamente recortada e capítulo simples rosa, branco ou carmim em haste longa. No Brasil ele ocupa o fundo do canteiro de primavera e verão e não pede terra rica. A planta sobe 80 cm a 1,5 m e balança no vento sem parecer frágil. Abelha e borboleta usam o disco central. Cosmos sulphureus, o laranja, aguenta ainda mais calor; o bipinnatus prefere o verão não extremo.
Adubo forte e solo muito fértil dão folha e pouca flor — o cosmos floresce melhor um pouco “pobre”. Caule oco tomba em vento se o pé estiver estiolado de sombra. Oídio aparece no fim da estação. Se ninguém corta, a planta vira semente cedo e rareia a flor. Excesso de água no colo apodrece a base em terra pesada.
Semeie a 0,5 cm no local, depois da última friagem. Desbaste para 30 cm. Corte haste longa para o vaso e para forçar laterais. No fim do ciclo, deixe alguns capítulos secar: no ano seguinte o canteiro costuma nascer sozinho. Tutor só em variedade muito alta e em varanda ventosa.
Luz, água e solo
Sol pleno; sombra produz haste oca e flor no alto, invisível.
Rega espaçada depois de estabelecido; o cosmos adulto aguenta intervalo melhor do que a petúnia.
Calor de 18 °C a 30 °C; geada encerra o pé.
Cuidados
- Não adube em excesso.
- Semeie no local definitivo.
- Corte haste para prolongar a florada.
- Deixe alguns capítulos se quiser ressemeadura.
Dicas de cultivo
- O cosmos é a flor que perdoa o canteiro esquecido — desde que haja sol.
- Haste colhida no botão que começa a mostrar cor abre no vaso e dura mais.
O que costuma atacar
Tombamento por vento em pé estiolado, oídio tardio e pulgão ocasional no botão.