Cravo
Dianthus caryophyllus
Flor de haste e perfume clássico que rende melhor no fresco, com sol e solo que nunca vira lama.
- Luz
- Sol pleno
- Rega
- Rega moderada
- Até a colheita
- 90 a 150 dias
- Solo
- Leve, calcário a neutro, muito drenado, pH de 6,5 a 7,5.
- Ciclo
- Perene · 30 a 60 cm
- Espaçamento
- 20 cm entre plantas
O cravo de jardim é o Dianthus de folha estreita, acinzentada, e de capítulo dobrado no fim de uma haste longa. No Brasil o cultivo caseiro rende no outono, inverno e primavera amena; o verão quente e chuvoso do litoral é o intervalo difícil. Há minis para vaso e tipos de corte. O perfume cravo-de-defunto do tagete não é este: o caryophyllus tem cheiro doce, de cravo-da-índia leve, nas variedades antigas.
Podridão de colo é o fim mais comum: terra pesada e rega no miolo. Ferrugem mancha a folha. Capítulo que não abre, com pétalas presas no cálice, pede um corte raso no cálice (prática de florista) ou variedade que não “estrangula”. Calor úmido reduz a haste e a flor. Pulgão visita o botão.
Plante muda em canteiro alto ou vaso drenado, a 20 cm, sem enterrar o colo. Corte a flor quando o botão mostrar cor e começar a fender. Retire hastes secas. No verão úmido, reduza a água e aceite menos flor; uma divisão da touceira no outono seguinte renova o pé. Semente é possível, mas a muda de variedade conhecida garante o perfume.
Luz, água e solo
Sol pleno no fresco; no calor, sol da manhã preserva a cor da pétala.
Rega na terra, longe do colo; deixe a superfície secar entre uma e outra.
12 °C a 22 °C; calor úmido encurta haste e abre doença no colo.
Cuidados
- Mantenha o colo seco e alto.
- Corte a haste no ponto de cor.
- Não molhe o miolo da touceira.
- Divida o pé no outono a cada dois anos.
Dicas de cultivo
- Um cálice que prende a pétala se resolve com um corte raso em um dos lados, sem chegar ao miolo.
- Cravo mini em vaso de barro seca no ritmo que a planta gosta; vaso de plástico pede menos água.
O que costuma atacar
Podridão de colo, ferrugem na folha e pulgão no botão.