Sálvia
Salvia officinalis
Subarbusto de folha aveludada que pede sol e solo seco; no verão úmido brasileiro vive melhor em vaso.
- Luz
- Sol pleno
- Rega
- Rega espaçada
- Até a colheita
- 60 a 90 dias
- Solo
- Leve, calcário a neutro, drenado, pH de 6,5 a 7,5; terra pesada é sentença no verão.
- Ciclo
- Perene · 40 a 70 cm
- Espaçamento
- 40 cm entre plantas
A sálvia de cozinha tem folha cinza-esverdeada, quase aveludada, e um amargor resinoso que não se parece com o da sálvia ornamental de canteiro. No Brasil o verão chuvoso é o teste: no chão baixo ela apodrece; em vaso alto, com sol, atravessa o ano. O pé fica lenhoso na base e vive três ou quatro temporadas se a poda for leve. Flor roxa no calor atrai inseto e pode ser deixada sem prejuízo grande da folha.
Folha mole e escura na base é água demais. Míldio e mancha aparecem quando a touceira fica densa e sem vento. Geada queima a ponta no Sul. Se você cortar na madeira velha sem gema visível, o ramo não volta. Adubo forte deixa a folha grande e menos aromática, no mesmo vício do orégano mimado.
Plante muda em substrato drenado, colo alto. Colha folhas do terço superior, ou ramos novos de 8 cm. No fim do inverno, encurte os ramos verdes para renovar a copa, sem descer até o tronco nu. Troque o vaso ou a terra a cada dois anos. Estaca de ramo semilenhoso no outono segura o clone se o pé-mãe adoecer no verão.
Luz, água e solo
Sol pleno; folha de sombra fica verde-escura, fina e com pouco aroma.
Deixe secar entre as regas; no inverno molhe só para o substrato não virar pó.
Calor com ar circulando; umidade estagnada no colo é o principal limite.
Cuidados
- Vaso ou canteiro alto, nunca lama.
- Colha folha nova do terço de cima.
- Pode leve, sem descer à madeira nua.
- Não adube em excesso.
Dicas de cultivo
- Duas ou três folhas no assado bastam: o amargor da sálvia cresce no fogo.
- Se o verão da sua cidade for muito chuvoso, deixe o vaso sob beiral com sol de manhã.
O que costuma atacar
Podridão de colo, míldio em touceira fechada e queima de ponta por geada.