Pitanga
Eugenia uniflora
Arbusto nativo de folha nova avermelhada e fruto de safra curta, que pede colheita diária.
- Luz
- Sol pleno
- Rega
- Rega moderada
- Até a colheita
- 1 a 3 anos
- Solo
- Aceita solo médio a argiloso, drenado, com pH de 5,5 a 6,8.
- Ciclo
- Perene · 2 a 5 m
- Espaçamento
- 3 m entre arbustos; 1,5 m em cerca-viva
A pitangueira é myrtaceae de quintal antigo: folha brilhante que nasce vermelha, flor branca discreta e fruto encostado, do laranja ao vermelho-escuro, em levas curtas depois da chuva. Aceita cerca-viva, vaso grande e árvore baixa. No Brasil ela frutifica em quase todo o território sem geada forte. O sabor vai do ácido ao doce conforme o ponto — pitanga verde no pé é só acidez.
Pássaro e mosca-das-frutas chegam no mesmo dia em que o fruto pinta. Cochonilha e fumagina aparecem em copa fechada. Muda de semente demora mais a produzir do que a de estaquia e varia de sabor. Solo encharcado amarela a folha. Geada queima o ponteiro no Sul; a base costuma voltar. Formiga sobe no tronco na florada e atrapalha o pegamento.
Plante muda a 3 m de distância, ou mais perto se for cerca. A colheita é diária na janela da safra: o fruto passa do ponto em 24 a 48 horas. Colha vermelha, firme, de manhã. Uma poda leve depois da leva principal mantém a cerca na altura da mão. Estaca de ramo semilenhoso no verão clona o pé de melhor sabor.
Luz, água e solo
Sol pleno para florir de verdade; meia-sombra vira cerca bonita e pouco fruto.
Rega na muda e na estiagem; adulta, a pitangueira aguenta bem o intervalo.
Tropical e subtropical; geada forte queima ponteiro, mas o arbusto rebrota.
Cuidados
- Colha todos os dias na safra.
- Pode leve para manter a fruta à altura da mão.
- Controle formiga na florada.
- Não deixe fruto passado no chão.
Dicas de cultivo
- O melhor clone do bairro vale mais do que dez sementes: o sabor da pitanga varia demais.
- Geleia e suco resolvem a safra curta melhor do que tentar estocar o fruto fresco.
O que costuma atacar
Mosca-das-frutas, pássaros, cochonilha e formiga na florada.