Tomilho
Thymus vulgaris
Subarbusto baixo de folha miúda que pede sol, pedra e rega de planta seca.
- Luz
- Sol pleno
- Rega
- Rega espaçada
- Até a colheita
- 60 a 90 dias
- Solo
- Arenoso, pobre, muito drenado, pH de 6,5 a 8,0; pedra e cascalho ajudam.
- Ciclo
- Perene · 15 a 30 cm
- Espaçamento
- 20 a 25 cm entre plantas
O tomilho parece um tapete de pinheiro em miniatura: caule lenhoso, folha de poucos milímetros e flor lilás no calor. No Brasil ele vai bem em vaso raso e largo, em fresta de pedra e em canteiro alto. O que ele não aguenta é a mesma rotina da salsa. Thymus vulgaris é o de cozinha; há limão e rasteiros de forração, todos com a mesma regra de drenagem.
A planta some de baixo para cima quando o colo fica úmido: o centro abre, o caule escurece e não há adubo que recupere. Solo argiloso de horta é o cenário pior. No litoral, o verão chuvoso pede vaso sob beiral. Poda inexistente deixa um emaranhado velho, com folha só na ponta. Cochonilha se esconde no caule lenhoso.
Plante muda em mistura com areia, sem enterrar o caule. Colha pontas de 5 cm o ano todo, sem rapar mais de um terço. Depois da flor, aparar o conjunto devolve a forma. Não corte na madeira nua. A primeira colheita de verdade vem em dois ou três meses, quando o pé já ramificou.
Luz, água e solo
Sol direto o dia todo; sem isso o ramo estica e o perfume some.
Molhe só quando o substrato estiver seco; no inverno, uma vez por semana ou menos.
Calor seco e vento; chuva persistente no colo é o limite nas cidades úmidas.
Cuidados
- Use substrato com areia ou cascalho.
- Nunca deixe o prato com água.
- Aparé depois da flor, sem cortar madeira nua.
- Colha só um terço da planta por vez.
Dicas de cultivo
- Um vaso raso de barro seca mais rápido e imita o chão de pedra que o tomilho gosta.
- Ramo lenhoso de ponta verde enraíza em mistura seca, não em copo de água.
O que costuma atacar
Podridão do centro da touceira, cochonilha no caule e perda de folha por sombra.